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Sucesso nas redes sociais depende de gestão profissional

Social media icons on smartphone

Nos últimos meses, Instagram, Twitter e Waze, que figuram atualmente entre as redes sociais e aplicativos mais populares no Brasil, abriram espaço para publicidade em suas plataformas. Além de novas oportunidades para as pequenas e médias empresas promoverem seus produtos e serviços diretamente para clientes e consumidores na internet, também passam a ser alternativas aos anúncios do Google Adwords e Facebook Ads.

Com cerca de 30 milhões de usuários, o Brasil é o segundo maior mercado do Instagram no mundo. Os usuários têm em média de 18 a 35 anos e acessam a rede social pelo menos um vez por dia. Em relação à receptividade dos anúncios, a empresa não fornece dados locais, mas a partir do perfil geral já é possível ter uma noção do seu engajamento por aqui: 50% seguem uma conta de empresa; 60% dizem ter conhecido um produto ou serviço pelo Instagram; 75% reagem após terem sido inspirados por um post (visitam um site, pesquisam, compram ou indicam a amigos).

Alternativas ao Google e Facebook

Os usuários do Twitter tem entre 21 e 44 anos e seus maiores interesses são filmes, música, viagens e alimentação. No Brasil, o Twitter perdeu sua relevância para outras redes sociais, como Facebook e o próprio Instagram, sendo hoje mais utilizado para acompanhar celebridades e fazer comentários sobre programas de TV.

O Brasil também já é o segundo maior mercado do Waze no mundo, com 6 milhões de usuários (em um mercado com 80 milhões de veículos em circulação, segundo o Denatran). A publicidade aparece dinamicamente nas rotas e horários que o motorista está na rua ou na estrada. Se, por exemplo, o motorista está voltando do trabalho, pode ver um anúncio de um supermercado próximo anunciando uma oferta de algum item para o jantar.

Visão profissional

Embora o apelo inicial seja para o comércio de rua, os anúncios no Waze podem ser explorados também para reforçar a imagem institucional da marca. Se considerarmos o tempo que os motoristas permanecem no trânsito de São Paulo, por exemplo, pode valer a pena.

Para quem já faz propaganda nessas plataformas com postagens gratuitas, a má notícia é de que o seu alcance tenderá diminuir até que não reste outra alternativa a não ser recorrer à publicidade paga (da mesma forma que aconteceu com o Facebook). Cada vez mais, ganhar visibilidade, engajamento e vendas através das redes sociais vai depender de uma visão profissional para definir o planejamento das campanhas, produção dos anúncios e gestão do orçamento.

Fontes: Estadão, Twitter, O Globo,

Sobre o Autor: Silvio Tanabe

Sócio da Clínica Marketing Digital, agência especializada em auxiliar empresas a expandir seus negócios através da internet.
http://www.clinicamarketing8ps.com.br